A coisa mais sincera que já lhe escrevi.

Amo-o com a intensidade de um milhão de estrelas ou de somente uma supernova. Por que és meu e eu sou minha, como os átomos que agregam...



Amo-o com a intensidade de um milhão de estrelas ou de somente uma supernova. Por que és meu e eu sou minha, como os átomos que agregam e animam esse leviano coração.
No silencio do meu olhar distante, amo o estranho que despercebido passa, sem afrouxar meus dedos ávidos que se agarram a sua mão, pois sei que a gana do tropeço platônico é decerto o brilho falso de uma ilusão, coberta de vestes que eu mesma dei.
Caminhando coroada nua pelo seu país, piso a terra seca desse seu deserto e alegro-me com a vida que faço brotar nele, pois que depois que aqui pisei a vida tornou-se consciente em mim. 
Grata a isso faço-te meu rei eterno e cuido para que em minha ilha ninguém se demore, tornando o oceano mais profundo e voltando meus olhos na mesma direção que os teus. 
E assim os estranhos despem-se das belas vestes e já não me importa mais quem não são. 

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